Por estes dias via algumas lojas com enfeites de Natal, lia no meu FB comentários natalícios e propostas de festas de fim-de-ano e era como se algo estivesse fora do seu lugar. No meu insconsciente soava a pergunta "mas porque é que se fala em Natal no pico de Agosto?".
Aqui estavam mais de 30ºC e nada se asemelhava ao Natal frio com casacos, cachecóis e lareira perto da Árvore de Natal. O gosto do Bacalhau com as couves e o aconchego da companhia da família, as gargalhadas à volta da mesa e o ruído dos miudos ao fundo.
Posso mesmo adiantar, correndo o risco que morram de inveja aqueles que me lêm, que no dia de Natal fui à praia. Estava à pinha e a água estava tão morninha que até fazia suar.
E nessa semana a temperatura foi sempre subindo para, no dia 1 de Janeiro, Maputo ser presenteada com uma chuvada morninha que veio mesmo a calhar.
Praia dos Pescadores no dia de Natal |
Foi o primeiro Natal passado longe da família logo carregado de alguma tristeza mas em geral desenrasquei-me bem na cozinha. Ora vejam a nossa ceia luso-espanhola:
Bacalhau à Bràz |
Mesa dos doces com detalhe de desenho feito pela Vitória e foto de Lisboa |
FELIZ 2013
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